GZA

“It’s nice to know that you’re still relevant after a long time”. Não acreditei quando o Gênio falou isso. “Depois de fazer dois shows com ingressos esgotados, você sai do palco e chega no backstage e quer voltar. Não quero parar, quero voltar ao palco, quero versar, então abaixa a luz…” e começou a improvisar. Achei que fosse chorar. GZA, The Genius, nasceu Gary Grice no Brooklin, NY, EUA em 66. Um dos fundadores do Wu-Tang Clan, é um dos melhores letristas e MCs do rap americano.

Naquela noite de 5afeira, o Brooklin fervia hip hop: Kool Keith discotecava a poucas quadras de uma casa de show onde, em dois shows seguidos e lotados, GZA apresentou, acompanhado do Grupo Fantasma,  “Liquid Sword”, clássico disco de 95.

O público estava ansioso, rednecks do Queens, hypsters do Brooklin, hoodies de Manhattan, e nós (uma amiga e eu). Ela não é muito do rap mas já era local, viu camisetas penduradas na grade em frente ao show e falou “ó lá, é para pegar”. Eu esperei dez longos minutos para pegar a minha, procurando o ambulante, que, claro, não estava lá.

No show GZA enfileirou o Liquid Sword, homenageou Old Dirty Bastard cantando Shimmy Shimmy Ya (“tinha um camarada nosso que gostava de tudo e muito, se o assunto era mulher, ele ia da Brazilian Wax a Sandpaper Pussy…), chamou Raekwon ao palco para fazer músicas do Wu Tang Clan.

Pra quem estiver de viagem marcada para aquelas bandas, recomendo aquela olhada básica no site do Music Hall of Williamsburg, só coisa fina.

> do aúdio dos vídeos no meu canal do youtube, bem, entenda, fã que é fã tem que colar na caixa de som.

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