três falas e um .gif: Birdman

vencedor do Oscar de melhor filme e melhor diretor, Birdman tem momentos ótimos, referências a mitologia do cavaleiro das trevas e seu ator principal (Michael Keaton) e incríveis planos contínuos.

alguns acham ‘pretensioso’ . Isso não tira o brilho do filme que vale também por diálogos como esses:

Rigman: o que eu posso dizer, minha saúde durou mais que meu dinheiro”

Mike Shiner: Popularity is the slutty little cousin of prestige.” (em tradução livre: popularidade é a prima vagabunda do prestígio)

“Sam Thomson: … You are doing this because you want to feel relevant again. Well guess what? There is an entire world out there where people fight to be relevant every single day and you act like it doesn’t exist. This are happening in a place that you ignore, a place that, by the way, has already forgotten about you. I mean, who the f*** are you? You hate bloggers. You mock Twitter. You don’t even have a Facebook page. You’re the one who doesn’t exist. You’re doing this because you’re scared to death, like the rest of us, that you don’t matter and, you know what, you’re right. You don’t! It’s not important, okay? You’re not important! Get used to it.”

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não encontrei a minha favorita, um diálogo entre Sam e Mike no telhado. Ele diz que se pudesse arrancaria os olhos dela e os colocaria em suas órbitas oculares, apenas para ver o mundo com olhos de quem tem vinte anos.

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Para ver em tela cheia: Nicolas Jaar e Sergei Parajanov

Nicolas Jaar, menino prodígio da música eletrônica, newyorker, criou uma trilha original para o filme “The Color of Pomegranates” (as cores das romãs, em tradução livre).

O filme, lançado em 1969 e originalmente falado em armênio, é considerado uma das grandes obras do século XX, dirigido pelo russo Sergei Parajanov, que ao invés de contar a vida do poeta armênio Sayat Nova, transpõe seu universo interno para a tela.

Para ver em tela cheia